O Uniforme

Por: Laureane de Paiva Sutir

Dentro do Texto “Pensar Queer: Sexualidade, Cultura e educação” de Susan Taburt e Shirley R. Steinberg, ocorre uma série de discussões sobre uma pedagogia queer.  Entre os problemas destacado um que me chamou a atenção, foi o uniforme escolar. 

 Glorianne Leck cita como o exemplo os conselhos de educação ( no caso Louisiania do Sul), que propondo a utilização do uniforme escolar iriam reduzir as manifestações impróprias de sexualidade dentro da escola, consequentemente acabar com as “competições da moda adolescente”.

Leck ainda complementa sua linha de raciocínio dizendo: “Mascarar poderá parecer que nivela a arena,  mas os educadores que trabalham com desigualdades sociais tendem a considerar que as mascaras dos uniformes escolares impedem, na realidade, seus esforços.”

Ou seja isso negaria aos estudantes uma série de interações sociais que poderiam vir a ser importantes para o desenvolvimento desse ser. Sendo assim  a moda tem o papel de diferenciação do sujeito, o desejo de mudança e de contraste.  A  pesquisadora propõe ainda que no esforço de dessexualizar a exibição dos vestuário dos não heterossexuais e de crianças de gêneros diferentes , existe uma negação histórica e individuais de cada um de nós.

 

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