Cultura Visual e Teoria Queer

A cultura visual vai contra a idéia criada no início do século XIX das belas artes, da obra de arte, da originalidade, autoria, da hierarquização. Ela engloba a “arte”, mas vai além, diz respeito de todas as representações visuais, seja da publicidade, da cultura popular, filmes, quadrinhos, faz ligações com diversas áreas do conhecimento, sem hierarquizar. A representação visual funciona como mediador de significados culturais.

Teoria queer, inspirado do pós-estruturalismo francês, critica a oposição heterossexual/homossexual que se configura como categoria central, que dita as práticas sociais, o conhecimento e relações humanas. Como ferramenta usa a desconstrução da heteronormatividade. O maior desafio dos estudiosos não é apenas assumir a multiplicidade das posições de gêneros e sexuais fugindo do sistema bipartidário, e sim de reconhecer as fronteiras.

Tanto a cultura visual quanto a teoria queer buscam a homogeneidade, a horizontalidade, buscando não se posicionar e hierarquizar com alguma categoria. Buscam multiplicar, aumentar, visão mais ampla, fugir do sistema bipartidário, transitar criando assim uma sociedade mais justa e plural.

post por Thais de Oliveira

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