GRACE JONES

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Jones assinou um contrato com a Island Records em 1977, o que resultou num estouro de hits Disco e Dance, e um enorme resposta positiva do público gay. Os três álbuns Disco que ela gravou – Portfolio (1977), Fame (1978) e Muse (1979) – geraram grande sucesso no mercado da época. Durante esse período, ela também se tornou uma musa para Andy Warhol, que a fotografou incontáveis vezes. Jones também o acompanhou em várias ocasiões ao famoso clube Studio 54 em Nova York.

O visual masculino de Grace Jones, que inclui vestimentas, maneiras e estatura (1,79m), foi uma grande influência no movimento “power dressing” dos anos 80, e também em artistas como Annie Lennox (Eurythmics) e Claudie Fritsch-Mentrop (Desireless). Ela também exemplificou o corte de cabelo em “caixa” dos anos 70, que seria usado em seguida por muitos negros da América na próxima década. Ela manteve uma carreira de atriz em paralelo com a sua música. Sua forte presença e visual foram levados ao seu trabalho de palco rapidamente: Suas performances mostraram diversas personagens com roupas peculiares e forte atitude. Um bom exemplo disso foi a sua colaboração com o artista visual Keith Haring, que pintou o seu corpo com símbolos tribais e a vestiu com uma armadura de fios. O artista também pintou o corpo de Jones no clipe de I’m Not Perfect (But I’m Perfect For You).

 

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